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    Parabéns a nossa ex-aluna Daniela Pereira Barbosa e a profa. orientadora Maria Fernanda Derntl!   Melhor tese: “O patrimônio de Brasília além do plano Piloto: uma análise dos dossiês de tombamento, 1959–2014”Autora: Daniela Pereira BarbosaOrientadora: Maria Fernanda DerntlPPG: Arquitetura e Urbanismo   Acesse a íntegra do trabalho!        Arte: Igor Outeiral/Secom UnB   Está disponível no site do Decanato de Pós-Graduação (DPG) a listagem dos trabalhos vencedores do Prêmio UnB de Pós-Graduação, categorias Prêmio UnB de Dissertação, Prêmio UnB de Tese, Prêmio Técnicos na Ciência e Prêmio UnB de Monografias de Cursos Lato Sensu. O resultado, divulgado nesta terça (1º), pode ser visualizado pelo link abaixo. >> Lista de vencedores do Prêmio UnB de Pós-Graduação Foram 63 trabalhos reconhecidos pela excelência desenvolvida em 42 programas de pós-graduação distintos. Produções que demonstram como, da Matemática ao Direito, das Artes Cênicas à Biologia Molecular, a Universidade de Brasília produz ciência de ponta e de impacto. O DPG informa, ainda, que os vencedores do Prêmio UnB 60 Anos serão declarados na cerimônia de premiação, prevista para acontecer em 6 de dezembro, às 19 horas, em local do campus Darcy Ribeiro a ser divulgado. O anúncio do trabalho vencedor do Grande Prêmio UnB de Tese também será divulgado na solenidade. >> Saiba mais sobre o prêmio  

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      Convidamos a todos e todas para participar virtualmente da mesa redonda "Investigar la ciudad iberoamericana" na segunda-feira, dia  7 de novembro, às 14h. O link da reunião do google meet é: https://meet.google.com/oux-qvhs-dpd Segue anexo cartaz de divulgação.

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    A Vila dos Catadores Ciclistas Autora: Bruna Ruperto CamilloOrientadoras: Liza Maria Souza de Andrade (FAU/UnB) e Carolina Matias (diretora do filme No Rastro das Cargueiras) As caçambas da Asa Norte do Plano Piloto recebem muitos visitantes ao longo do dia. Entre eles estão os catadores ciclistas do cerrado. Este grupo de catadoras e catadores de resíduos sólidos recicláveis ocupa, há mais de vinte anos, as áreas próximas ao bairro de classe alta Setor Noroeste. Eles recolhem tanto ali quanto na Asa Norte os materiais descartados pelos moradores da região. Realizam seu trabalho fazendo longas rotas em bicicletas cargueiras adaptadas para este fim. Em anos de expertise, estes trabalhadores desenvolveram um meio de reciclagem eficiente, de baixo impacto e sustentável em sentido amplo. A sustentabilidade é evidente nas técnicas, nas ferramentas, nas práticas, na produção e na autogestão dessa comunidade composta de 40 famílias. A Vila dos Catadores Ciclistas é um projeto básico para um espaço de trabalho construído que atenda às necessidades da produção e da reprodução da vida destes trabalhadores. Entendendo que para este grupo o desenvolvimento da dimensão do trabalho procede do desenvolvimento da vida doméstica e vice-versa, ou seja, que não há dissociação de ambas as partes, este projeto buscou reunir e organizar em um mesmo espaço os ambientes de moradia e da reciclagem porta a porta. Tal arranjo partiu da avaliação dos padrões espaciais encontrados na ocupação, nos resultados dos questionários aplicados e das oficinas de processo participativo realizadas com os catadores. O resultado formal do espaço reflete a racionalidade do modo de trabalho específico deste grupo, alternativo ao modelo convencional para galpões de reciclagem. Por um lado, as tarefas da reciclagem exigem a definição de áreas apropriadas para o trabalho. Por outro, a flexibilidade do espaço é fundamental para a comunidade, estruturada por pequenos núcleos familiares autônomos organizados em grandes famílias. O resultado é um sistema de módulos que atendem às distintas atividades da catação mantendo, ao mesmo tempo, os diferentes fluxos de circulação e as condições para as transformações constantes.        

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      Alunos da FAU-UnB apresentam pesquisas no Congresso de Iniciação Científica da UNB. As pesquisas foram desenvolvidas sob orientação de professores do PPG e vinculadas aos seus grupos de pesquisa, contribuindo para integrar pesquisadores em diferentes estágios da trajetória acadêmica.   Acesse: https://proic.unb.br/

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      Em 1997 a ANPUR instituiu o Prêmio Brasileiro “Política e Planejamento Urbano e Regional”, que é uma premiação bienal, que contempla a produção nesse amplo campo de atividades nas categorias: livro, tese de doutorado e dissertação de mestrado. Em 2003, foi instituído o Prêmio Milton Santos, para a categoria melhor artigo, em 2012 foi criado o Prêmio Ana Clara Torres Ribeiro na categoria melhor livro e em 2016 o Prêmio Rodrigo Simões na categoria de melhor tese de doutorado. Em 2023, a ANPUR realizará a primeira edição do concurso para Extensão Universitária, contemplando projetos, programas e atividades de extensão desenvolvidos no âmbito dos Programas de Pós-graduação filiados.   Os editais estão disponíveis no endereço: http://anpur.org.br/eventos-e-premios/premiacoes/

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      O V Colóquio Internacional Estéticas no Centro: Dimensões do estético visa abordar a “virada decolonial” no campo da disciplina da Estética em reunião com o sentido amplo do estético. Por este, entendemos um fenômeno generalizado nas artes e em nossas ações do cotidiano que compõe uma rede de relacionalidades e endereçamentos entre pessoas, ambientes e objetos. Seguimos Roelofs (2015/2023), quando considera que muitas teorias e práticas estéticas foram constituídas como promessas, identificando como ameaças o reverso das promessas. Ameaças que não podem ser entendidas apenas como um fator constitutivo e “ideológico” da Estética Moderna, mas que representam exclusões, geralmente marcadas pelas distinções de cultura, raça, gênero e classe social. O estético constitui-se, nesse sentido, como uma nova possibilidade de pensar relações permeadas nessas instâncias, por experiências que impulsionam a agência, a capacidade crítica diante de marcações de valor. Requer, para tanto, uma revisão dos fundamentos que permeiam as discussões sobre a história da estética. As questões que emergem da cisão político-geográfica global que divide o mundo em Norte e Sul, entre opressores e oprimidos, fornecem o pano de fundo de muitas análises atuais. Nesse contexto, procuramos por sutilezas, contrastes, ambiguidades e aberturas nas teorias e nas práticas artísticas como um gesto de interlocução para questões étnicas e raciais relacionadas à estética e ao estético. Por “estética”, entendemos, o conjunto das percepções sensoriais em suas mais diversas nuances. Percepção provocada por formas, objetos, pela natureza como um todo ou qualquer outra fonte. Perceber, neste sentido, é estar-em-relação com… A noção de relacionalidade aí presente subentende modos de recepção das obras de arte, de artefatos, da natureza, bem como da segunda natureza em criação pela técnica. Ganha importância a dimensão do cotidiano, que ora propõe novas estéticas (Saito, 2007; Norman, 2004), ora abre uma atenção a objetos e hábitos que formam a tecedura do cultural. Esta última é a dimensão que caracteriza o estético (Roelofs, 2020), uma dimensão (in)consciente permeada por valores culturais: um fenômeno generalizado nas artes e em nossas ações do cotidiano que compõe uma rede de relacionalidades e endereçamentos entre pessoas, ambientes e objetos. Desse modo, os objetos – de arte ou não – podem ser estetizados no sentido de portarem significados que remetem à valores culturais que não precisam ser necessariamente elaborados como uma teoria coesa para constituir-se como promessas culturais. Étienne Souriau, por exemplo, também nos fala sobre a pluralidade de planos de existência da arte que podem ser da ordem física, psíquica, espiritual, atual e virtual. Edgar Morin (2017) tenta abrir uma conexão entre a figura do gênio inspirado ocidental e o xamã a partir da inconsciência, lembrando casos vividos no Brasil. Os objetos de arte ou similares, nesses planos plurais de existência são portadores do presente vivido ou de promessas de realização que eventualmente evocam o passado no presente, criando correspondências. Walter Benjamin pode nos inspirar a pensar as correspondências entre o passado e o presente de modo não linear ou encadeado que favorece uma crítica da colonização, por exemplo. Destaca-se de forma interrupta e temporal, uma imagem que reúne no presente uma situação de correspondência que supõe “salvar” o esquecido, o que foi obliterado pelas escritas da história que buscam ocultar o que foi descartado como valor social e político. Por isso, ele propõe justamente pensar criticamente o que significa estetizar a política, opondo à estetização o politizar a arte, de forma a causar uma estranheza em relação a determinados valores transmitidos pela cultura e politicamente adotados, valores que são afirmados sob a ameaça de exclusão e esquecimento daqueles que não participam do mesmo tipo de política e de cultura. Trata-se de tornar mais visível os termos das exclusões de raça, gênero e etnias nas teorias estéticas que foram constituídas como promessas universalizantes do gosto, do belo, de certa ordem que se institui com base nessas categorias tratadas sob o tema da estetização (Nzegwu, 2019), mas não deixar de lado uma investigação mais fina que visa revisar os termos mais críticos e delicados da modernidade estética, verificando se e o que pode ser preservado. O V Colóquio Internacional Estéticas no Centro visa abordar, portanto, a “virada decolonial” no campo da disciplina da Estética em reunião com o sentido amplo do estético, pensando que muitas teorias e práticas estéticas foram constituídas como promessas, identificando como ameaças o reverso das promessas (Roelofs, 2020). Tais ameaças talvez não devam ser entendidas como um fator constitutivo e/ou “ideológico” da Estética Moderna (Mignolo e Vazques, 2013), mas ainda assim representam exclusões, geralmente marcadas pelas distinções de cultura, raça, gênero e classe social. Abre-se daí uma provocação de se pensar esse campo amplo de relações permeadas por experiências que impulsionam a agência, a capacidade crítica diante de marcações de valor, enfim de se pensar o estético e a história da estética.   TEMA CENTRAL: Dimensões do estético   SUBTEMAS: – A questão decolonial-Violência epistêmica como violência estética– A promessa cultural do estético– As vias do estético– Estéticas funcionais e do cotidiano– Agenciamentos do estético– O ético, o estético e o político– Violência racial como controle estético– (Des)racialização das artes– Diferentes modos de existência estética– Bio-arte, artes generativas e ecologias estéticas– Mundo digital: heranças coloniais e novas práticas estéticas (mêmes, redes sociais, metaversos…)-Midiatização e estetização da vida– Cidades e(nquanto) espaços estéticos O V Colóquio Internacional Estéticas no Centro: Dimensões do estético é realizado de modo interdisciplinar na Universidade Federal de Goiás (UFG), reunindo as Faculdades de Filosofia, Artes Visuais e Educação, e em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), reunindo a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e o Departamento de Filosofia.